ALEMANHA APROVA COMPRA DE VACINAS CONTRA COVID ATÉ 2029!

    A Alemanha parece apostar na permanência da pandemia. O país aprovou planos do governo para pedidos de vacina contra a covid-19 até 2029.

  As encomendas serão feitas a cinco empresas e o custo desses projetos é estimado em 2,85 bilhões de euros para que os fabricantes de vacinas tenham capacidade de produção suficiente. 

  As autoridades alemãs foram duramente criticadas pela lenta campanha de vacinação em comparação com outros países do bloco europeu.

  A exemplo de vários países, eles começaram a vacinar a população em 27 de dezembro de 2020, um mês após a aprovação de emergência da vacina BioNTech/Pfizer no Reino Unido.

  Mas, problemas de fornecimento e até mesmo de hesitação por parte das pessoas, as doses recebidas inicialmente foram muito baixas.

  Em 2021, por exemplo, a Grã-Bretanha conseguiu vacinar três vezes mais do que a Alemanha.

  



DONO DE SITE COMPRA ILHA COM VAQUINHA ONLINE E CRIA UM PRINCIPADO!

 

   Já pensou em fundar seu próprio reino? Pois foi o que fez Marshall Meyer que, por meio de uma vaquinha online, atraiu investidores e juntos compraram uma ilha.

  O projeto começou a tomar forma em 2018, quando Meyer lançou o site Let´s Buy an Island. 

 Ele conseguiu atrair 80 investidores e, juntos, fundaram o Principado da Islândia, em Coffee Caye, uma ilha a 15 minutos de barco da costa de Belize, no Caribe.

  A pequena ilha desabitada, cercada por manguezais e recifes de corais, custou US$ 180 mil (cerca de R$ 900 mil), pagos em impostos ao governo de Belize.

  Loucos por viagens, eles também criaram a primeira micronação do mundo, onde Marshall Meyer se auto intitula príncipe regente e é chamado (no site) de Sua Alteza Real. 

  “Quem nunca sonhou em criar seu próprio país”, pergunta Gareth Johnson, cofundador e CEO da Let’s Buy an Island.

  Ele conta que teve a ideia inicial de financiar uma ilha para criar uma micronação há cerca de 14 anos, mas o projeto só decolou quando Mayer lançou o site.

  Unido a outros turistas interessados em visitar destinos fantásticos, Mayer passou a caçar ilhas mundo afora enquanto fazia vaquinha pela internet. 

  Depois de analisar ilhas no Canadá, Estônia, Irlanda e Filipinas, os investidores optaram por comprar a Coffee Caye, em Belize. “Tinha tudo o que procurávamos”, diz Mayer.

Os investidores turistas fazem o primeiro tour pela ilha, em fevereiro   Fotos Divulgação


  O novo Principado de Islandia tem uma bandeira nacional, centenas de cidadãos online, e é inspirado em micronações famosas como Sealand (uma plataforma flutuante no Mar do Norte), que se dizem independentes.

  Será administrado pelos investidores e “ministros voluntários”, especialistas em suas áreas. Seus fundadores dizem que a experiência tem objetivos turísticos e de diversão.

  Eles também contaram à CNN que o principado terá passaportes e venderá títulos reais de lord e lady da Islândia. 
  
   Embora o negócio tenha sido fechado, estão procurando mais investidores para o próximo estágio, seja ele qual for. Só que o número total não passará de 150. Cada cota custa US$ 3.250.

  Por essa quantia, você já terá direito a um voto no parlamento da micronação.

  Os novos donos da ilha garantem que este não é um projeto que os tornará ricos. Apenas embarcaram nele por amor a viagens, pelo desejo de construir uma micronação diferente ou simplesmente para realizar o sonho de ter uma ilha.

NAS ALTURAS: A MULHER ÁRABE QUE VAI DECOLAR EM DUBAI!

    A história da jovem Bayan Al Turabi é inspiradora: ela se tornou a primeira pilota cadete formada pela Emirates Flight Training Academy (EFTA), de Dubai.

  Criada em Bahrein, país do Oriente Médio, próximo à Arábia Saudita e ao Catar, ela diz que foi incentivada pela irmã, também pilota certificada, a entrar na aviação.

  Bayan conta que morava em uma casa localizada entre o aeroporto e o mar, e foi lá que começou seu interesse pela aviação e por viagens.

  “Desde muito jovem eu sentia vontade de explorar o mundo. Como nunca tinha visto uma pilota, nem imaginava entrar para a aviação. Mas, depois de ver minha irmã pilotar um avião pela primeira vez e acompanhar sua jornada, me inspirei a seguir os seus passos”. 

  A primeira pilota internacional formada em Dubai também conta que o aprendizado ali é muito especial, “porque treinamos também em aviões a jato, algo que não se encontra na maioria das academias”, afirma.

  Para o capitão Abdulla Al Hammadi, vice-presidente da EFTA, a nova pilota “é inteligente, ambiciosa e diligente. “Acredito que tem muito potencial e um futuro promissor na aviação, que enfrenta uma escassez global de pilotos”, acrescenta.

  Situada ao sul de Dubai, a academia foi criada pela Emirates em 2017 para formar pilotos dos Emirados Árabes Unidos e internacionais. 

  Com tecnologia de ponta, aliás como tudo em Dubai, a EFTA oferece programa de treinamento líder mundial para pilotos comerciais, ministrado por instrutores experientes de todo o mundo.

  A academia, cujo instalações têm o tamanho de 200 campos de futebol, treina os cadetes em simuladores, aeronaves monomotores e multimotores. Tem ainda uma torre de controle de tráfego aéreo própria e uma pista de 1,8 mil metros de extensão.


 

TAILÂNDIA PAGA MAIS DE US$ 45 MILHÕES EM INDENIZAÇÕES POR EFEITOS ADVERSOS DA VACINA!

   As autoridades de saúde da Tailândia pagaram US$ 45,65 milhões na semana passada para liquidar reivindicações de cidadãos por danos causados pelas vacinas contra a covid-19. 

  Esse dinheiro foi para as contas de 12.714 pessoas, incluindo familiares de vítimas fatais da vacina.

  Mas, há ainda 891 reivindicações pendentes das 15.933 reclamações protocoladas desde o início do programa, em 19 de maio de 2021, informa o site The Defender.

  As vacinas oferecidas na Tailândia são principalmente a AstraZeneca e a chinesa Sinovac – ambas produzidas também no Brasil.

    Esse processo indenizatório é classificado no país como um “programa de compensação sem culpa”. 

  Foi implementado por um pool de diversos setores, que incluem autoridades de saúde pública, seguradoras privadas, fabricantes e outras partes interessadas em compensar indivíduos prejudicados por vacinas.

  Ele permite a uma pessoa que sofreu qualquer lesão seja compensada financeiramente, sem que atribua culpa ou erro a um fabricante ou indivíduo específico.

  Há três tipos de pagamentos: para morte ou invalidez permanente cada família recebe US$ 11.928. 

  Para os que sofreram uma lesão que tenha afetado o seu sustento ou que perderam um membro, o valor é de US$ 7.157. 

  Já para outras lesões ou doenças sofridas em consequência da vacina, é pago o valor máximo de US$ 2.982. 

  As reclamações podem ser feitas até dois anos após o início dos efeitos adversos.

  O pagamento costuma ser rápido. Segundo o Bankok Post, autoridades se reúnem semanalmente para discutir os pedidos de indenização. Os aprovados são pagos em cinco dias. Há também recursos de apelação para os rejeitados.

  As autoridades tailandesas não especificam o número de pedidos concedidos por mortes, ferimentos graves, deficiências etc.

  O curioso é que o fundo indenizatório para lesões foi criado quase que simultaneamente ao início da vacinação em massa, o que dá a entender que já se precaviam contra os efeitos adversos. 

ALASCA E PARTE DA CALIFÓRNIA PODEM VOLTAR PARA A RÚSSIA? ENTENDA O CASO!

 

   Será que a geografia do mundo vai mudar de mãos? Um membro do parlamento da Rússia defende reparações dos Estados Unidos pelas sanções econômicas feitas pelo Ocidente. Entre o pedido inclui-se o retorno dos assentamentos históricos no Alasca e na Califórnia. 

   Alasca e Fort Ross, no Condado de Sonoma, na Califórnia, eram parte do império russo nos séculos 18 e 19 antes de serem vendidos para os EUA.


  Situado no nordeste do Canadá, o Alasca é o maior e menos povoado estado americano.

   Embora, autoridades russas e ucranianas se reuniram para mais uma rodada de negociações de paz (15), continua alta as tensões entre a Casa Branca e o Kremlin. 

 

Fort Ross, no Condado de Sonoma, na Califórnia, foi assentamento russo

   O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov  anunciou nesta terça-feira (15) novas sanções contra 11 americanos, incluindo o presidente Joe Biden, seu filho, Hunter Biden, e a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki.

UNITED AIRLINES PLANEJA READMITIR FUNCIONÁRIOS NÃO VACINADOS!

   A United Airlines estuda readmitir os funcionários não vacinados contra a covid-19. O retorno ao trabalho está previsto para 28 de março.

  A informação é do The Epoch Times que teve acesso ao memorando da empresa enviado aos trabalhadores.

  Segundo o vice-presidente de recursos humanos da United, Kirk Limacher, a mudança ocorre devido à queda de casos e hospitalizações registradas no país nas últimas semanas. 

  Por isso, muitas cidades americanas estão suspendendo as restrições impostas pela pandemia, principalmente o uso de máscaras. 

  A vacina obrigatória foi imposta aos 67 mil funcionários da empresa no outono de 2021. A United foi a primeira companhia dos EUA a adotar a medida.

  Na ocasião, mais de 200 funcionários foram demitidos por se recusarem a tomar a vacina. Muitos entraram com ações na Justiça contra a empresa.

  

 

NASA DEIXA DE EXIGIR MÁSCARAS NO KENNEDY SPACE CENTER, NA FLÓRIDA!

   O Kennedy Space Center, administrado pela NASA, na Flórida, aboliu a exigência do uso de máscaras em seu complexo de visitantes.  

  Eles recomendam, no entanto, que os não vacinados as usem nos ambientes fechados.   

  O complexo, que fica perto de Orlando, recebe milhares de turistas todos os anos que exploram o passado, o presente e o futuro do programa espacial americano.

  Construído em 1967, a base de Cabo Canaveral da NASA hoje é uma das principais atrações da Flórida central.

  De fato, é uma aventura e tanto, com atividades para pessoas de todas as faixas etárias que, sem as máscaras, ficará muito mais divertida!

MÉDICOS PROCESSAM GOVERNO DOS EUA PELA ‘MAIOR FRAUDE DA HISTÓRIA DO MUNDO’!

   O America’s Frontline Doctors, grupo de médicos, está processando o governo dos EUA pela campanha de vacinação contra a covid-19, classificada por eles como “a maior fraude da história do mundo”.

   A ação, em trâmite no Tribunal Distrital para o Distrito Norte do Alabama, relata uma série de evidências sobre efeitos colaterais graves vinculados às vacinas, registradas nas forças armadas americanas, e a ineficácia das mesmas na prevenção de infecções e de uma doença grave.

  O processo diz que o governo federal – particularmente a Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora – estava ciente dessas questões, mas intencionalmente as escondeu do público.  

  Autor da ação, o advogado Thomas Renz, de Ohio, postou em seu site um documento com informações detalhadas sobre cada alegação feita no processo, para ser compartilhado com legisladores, governadores, procuradores-gerais estaduais “e tantos outros funcionários eleitos quanto possível em todo o país”.

  Diz o documento que “por cerca de dois anos, dois presidentes, o Congresso, os sistemas judiciário federal e estadual e os americanos foram enganados, manipulados e feridos”.

  E acrescenta:

  “O que começou como um dos mais flagrantes excessos do poder executivo na história americana – 14 dias para achatar a curva – se transformou em uma crise econômica, outra de saúde mental, a erosão das liberdades fundamentais e a debilitação dos nossos militares”.

  Os médicos, representados pelo advogado, não negam a existência do vírus, mas acumularam evidências suficientes para provar que a “combinação de burocratas não eleitos e totalmente corruptos, as big tech, as big pharma e a mídia perpetrou com sucesso a maior fraude da história do mundo”.

  O processo enfatiza os danos que as vacinas contra a covid causaram às tropas americanas, vacinadas desde o final de março de 2020 e que se tornaram obrigatórias a partir de agosto de 2021. Os que não concordaram, foram dispensados.

   Dados do Departamento de Defesa revelam que os militares dos EUA enfrentaram em 2021 aumento significativo dos casos de câncer, problemas neurológicos e reprodutivos, quando comparados à taxa média dos últimos cinco anos.

  O documento diz ainda que dos cerca de 16 milhões de idosos do Medicare (o sistema de saúde), 71% dos casos de covid ocorreram em indivíduos totalmente vacinados e 60% foram hospitalizados. 

  Concluindo sua análise, o advogado diz que o documento “demonstra que as autoridades de saúde sabem há algum tempo que as injeções são ineficazes, mas continuam a forçá-las em nossos militares e profissionais de saúde, ao mesmo tempo em que promovem falsamente a narrativa de segura e eficaz ao Congresso, aos tribunais e ao público”.

MÉDICO DOS EUA INVESTIGA QUANTOS FORAM AFETADOS PELA ‘DESINFORMAÇÃO’ NA PANDEMIA!

    Muitas informações (até então ocultas) sobre a pandemia estão emergindo, ou pelo menos, existem iniciativas para entender o que realmente aconteceu no mundo nos últimos dois anos.

  O cirurgião geral dos Estados Unidos, Vivek Murthy, fez um pedido formal para obter informações sobre supostas notícias incorretas envolvendo a covid-19, disseminadas pelas plataformas gigantes de tecnologia, organizações comunitárias e prestadores de serviços da saúde.

  Segundo o The New York Times, “ele pede às empresas que forneçam exatamente quantos usuários podem ter sido expostos a instâncias de desinformação sobre a covid”.

  “A desinformação teve um impacto profundo durante a pandemia e em nossa resposta”, disse ele à CNN, acrescentando que esse processo “prejudica a saúde das pessoas quando se trata da covid.”

  Não é a primeira vez que o cirurgião geral americano se pronuncia sobre o tema.

 Em julho de 2021, ele emitiu um comunicado em que classificava a “desinformação” relacionada ao vírus como “uma ameaça urgente” na tentativa de pressionar o público nas plataformas de mídias social para monitorá-lo.

  Desde o início da pandemia, os usuários dessas plataformas sentiram na pele, e globalmente, o efeito do avalanche de notícias, muitas delas desencontradas e contraditórias. 

  Um dos exemplos mais clássicos foi o bloqueio feito pelas plataformas (especialmente o Facebook) sobre informações que questionavam a origem do vírus, argumentando que ele teria escapado de um laboratório de segurança de Wuhan, na China, onde surgiram os primeiros casos.

  Após forte censura a esse tipo de informação, em maio de 2021 (mais de um ano depois) as agências de inteligência americanas, após longa investigação, não descartaram a hipótese de o vírus ter escapado do laboratório, segundo anúncio do próprio presidente Joe Biden.

  De imediato, o Facebook disse que não iria mais censurar a origem do vírus.

  Houve ainda muitos problemas nas plataformas de mídias sociais com as postagens sobre estudos ou artigos que comentavam sobre imunidade natural provocada pelo vírus.

 Muitos médicos e cientistas tiveram suas opiniões classificadas como fake news pelas agências de checagem ou verificadoras de fatos como são também conhecidas. 

  Outros centenas de usuários tiveram contas banidas ou informações classificadas como falsas quando questionaram a eficiência das vacinas ou seus efeitos adversos.

  Enfim, todos os temas relacionados ao vírus tornarem-se tabus. Até hoje muita gente não sabe o que é falso ou verdadeiro e outros tantos continuam em pânico.

  A questão das vacinas também está ainda mais exposta com a publicação dos relatórios dos estudos da Pfizer, que a empresa queria manter em segredo por 75 anos, mas que foram revelados por uma decisão judicial.

  Nove páginas do documento falam sobre os efeitos adversos durante os estudos.

  Entre muitas informações, uma chama a atenção: em um período de três meses (de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021), 42 mil dos cerca de 45 mil participantes tiveram algum tipo de efeito colateral após a vacina. E 1.223 morreram, o que dá margem de 3%.  

  A pergunta que não quer calar agora é: o que foi fato e o que foi fake?

  A gente fica aqui no aguardo a espera da verdade!


IMPRENSA: BBC SUSPENDE O TRABALHO JORNALÍSTICO NA RÚSSIA!

    A BBC suspendeu temporariamente o trabalho de todos os seus jornalistas e equipe de apoio na Rússia.

  A medida foi tomada depois que o parlamento russo aprovou nesta sexta-feira (4) uma lei que torna crime divulgar notícias falsas sobre a ação militar na Ucrânia.

  A lei estipula 15 anos de prisão aos que divulgarem notícias falsas sobre as ações militares. 

  O diretor-geral da emissora, Tim Davie, disse que a nova lei “parece criminalizar o processo de jornalismo independente” no país.

 Além disso, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, afirmou que a BBC “está desempenhando um papel determinado para minar a estabilidade e a segurança russas.”

  A emissora britânica afirmou também que o serviço BBC News em russo continuará operando fora da Rússia.

“Continuamos comprometidos em disponibilizar informações precisas e independentes para o público em todo o mundo, incluindo os milhões de russos que usam nossos serviços de notícias”, disse a emissora.

 Os editores do site da BBC Rússia haviam recebido anteriormente avisos do Roskomnadzor, o regulador russo, exigindo a remoção de materiais, alegando que continham “informações imprecisas e socialmente significativas distribuídas sob o pretexto de mensagens confiáveis, o que cria uma ameaça de dano à vida”.

  Segundo a imprensa britânica, outros sites estrangeiros também foram bloqueados, incluindo o de notícias independente Meduza, a emissora alemã Deutsche Welle e o site em russo da Radio Free Europe/Radio Liberty, Svoboda, financiada pelos EUA.

  A secretária de Relações Exteriores, Liz Truss, alertou no início da semana que a BBC corria o risco de ser banida na Rússia, caso a RT (agência russa) fosse fechada no Reino Unido. 

  O alerta de Truss está diretamente relacionado à medida tomada pelo órgão de vigilância do Reino Unido, que abriu 27 investigações contra a RT (Russian Today), apoiada pelo Kremlin.

  Ela também condenou a proibição da mídia russa RT e Sputnik globalmente, alegando que o mundo estava sendo privado do ponto de vista da Rússia e a mídia ocidental estava dando apenas um lado.

   A guerra da informação (ou desinformação) continua!